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O Mandarim

Eça de Queirós

Sobre a obra

O Mandarim combina uma experiência moral fantástica com uma sátira da sociedade portuguesa do século XIX. Teodoro, um amanuense de Lisboa, recebe uma proposta sobrenatural: a fortuna que deseja pode depender de um dano cometido contra um desconhecido muito distante. A narrativa observa como desejo, dinheiro, reputação e culpa mudam a maneira como ele interpreta o mundo. O relato também exige leitura crítica: a China é construída por vozes europeias interessadas e pouco fiáveis, não apresentada como etnografia.

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